Desfibriladores: Aliados nas paradas cardíacas
Além do treinamento da população, a presença de desfibriladores em locais onde há aglomeração de pessoas também é fundamental para o atendimento em casos de urgência.
Além da massagem cardíaca e do atendimento especializado, aparelho denominado desfibrilador automático externo (DEA) é outro importante aliado em paradas cardíacas.
Diferente do desfibrilador comum, utilizado por profissionais capacitados, o DEA pode ser usado por qualquer pessoa. O aparelho emite descargas elétricas nas vítimas automaticamente, a partir de instruções repassadas por voz, pelo próprio aparelho.

No Aeroporto de Chicago, por exemplo, foram instalados DEAs em todos os terminaisEm dez meses, foram registradas 12 paradas cardiorrespiratórias. Desse total,  nove  pessoas  foram  reanimadas  com  DEA  sem  lesão
cerebral, índice impressionantemente elevado. Entre as pessoas que utilizaram o aparelho, 55% nunca o tinham usado antes.

Leis municipais, estaduais e federais estão sendo regulamentadas, recomendando que em locais de grande circulação de pessoas e em situações de grande aglomeração de público, seja obrigatória a presença de um desfibrilador externo automático, bem como pessoas no local habilitadas para manuseá-lo.

A ausência de desfibriladores em locais de grande concentração de público é normalmente lembrada em casos de morte súbita em campo. Em 2004, o zagueiro Serginho, do São Caetano, morreu em partida de futebol após sofrer parada cardíaca
De acordo com o Estatuto do Torcedor, é dever da entidade responsável pela organização da competição disponibilizar uma ambulância para cada dez mil torcedores presentes à partida.
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